Quanto tudo muda... e descobrimos o verdadeiro amor

Já fazia tempo que estava sem qualquer vontade de amar. Havia tempo que ninguém tocava meu coração – assim – tão furtivamente... quase sem querer... Eu nem percebi o que estava por vir.

Enfim, um homem foi se chegando sem avisar e tomou-me em seus braços e me fez amá-lo. Ainda não sei bem como isso aconteceu, nem consigo pensar direito. Mas a vida prega sempre armadilhas e trocadilhos – e muitos sem graças alguma. Do que me adianta amar se esse amor está longe, mora longe fica longe...

Claro que pra tudo existe solução... mas quem agüenta essa dor, esse aperto que invade o peito, sem qualquer dó.

Já fazia tempo que não sentia essa comoção, essa vontade de ficar perto de alguém e de querer, mas quere muito dormir e acordar, mas esse homem conseguiu essa façanha... conseguiu domar a fera... Estou domesticada.

Ele não é um super-homem, mas foi maravilhoso, porque combinou comigo. Combinamos. Combinamos nas semelhanças e nas diferenças... ai ai ai... as diferenças é que nos faz perfeitos juntos. E as semelhanças nos deixa no mesmo ritmo. Apenas um olhar é necessário. Palavras pra quê?

Ele não sabe ainda, mas amo este homem. Amo e quero ficar com ele pra sempre. Mas tenho medo de dizer, de falar... é essa trava na língua que me deixa sem reação. Sem conseguir mostrar o quando estou sentindo. Já estou bem melhor do que era, mas ... ainda preciso ser mais clara com ele. E se ele me esquecer? E se ele deixar de pensar em mim? Para onde levarei todo esse amor que vem nascendo sem dó de mim...

Quando os poetas dizem que amar dói... agora entendi!

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